Os últimos dias foram de total imersão no trabalho, com duas jornadas diárias. Então, não sobrou nem madrugada para postar por aqui. Hoje à noite, depois de encerrar a tradução que estou fazendo sobre um produto para controle de pragas (bem que isso podia servir para uso em Brasília), retomarei. Alguns assuntos estão "pedindo" um comentário: a entrevista do Bolsonaro; a ingerência na Vale; as últimas trapalhadas de Dilma I; o 31 de março - aniversário da contra-revolução, e o surto de dengue no Rio. Não me arvoro a pedir que esperem, porque não sei se tenho tanta gente me lendo que me permita tal afirmação. Este é só um lembrete para mim mesmo. Volto na madrugada.
John Frederick Herring (1795 - 1865) foi um conhecido pintor de cenas esportivas e equinas, na Inglaterra. Em 1836, o autor do famoso quadro "Pharaoh's Charriot Horses", avaliado em mais de $500.000, acrescentou "SR" (Senior) à assinatura que apunha em seus quadros por causa da crescente fama de seu filho, então adolescente, que se notabilizou nessa mesma área. Apesar de nunca ter alcançado um valor tão elevado, um outro de seus quadros tem uma história bastante pitoresca. Em 1815, com apenas 20 anos, Herring, o pai, como era tradição, imortalizou em um quadro a óleo o cavalo ganhador do St Leger Stakes, em Doncaster, na Inglaterra. Até aí, nada de mais. A grande surpresa é o nome do animal: Filho da Puta! É isso mesmo. Filho da puta. Há pelo menos três versões sobre a origem desse estranho nome. A que parece mais plausível (e também a mais curiosa), dá conta que o embaixador português na Inglaterra, à época, era apaixonado por turfe e também por uma viúva com q...
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