Os últimos dias foram de total imersão no trabalho, com duas jornadas diárias. Então, não sobrou nem madrugada para postar por aqui. Hoje à noite, depois de encerrar a tradução que estou fazendo sobre um produto para controle de pragas (bem que isso podia servir para uso em Brasília), retomarei. Alguns assuntos estão "pedindo" um comentário: a entrevista do Bolsonaro; a ingerência na Vale; as últimas trapalhadas de Dilma I; o 31 de março - aniversário da contra-revolução, e o surto de dengue no Rio. Não me arvoro a pedir que esperem, porque não sei se tenho tanta gente me lendo que me permita tal afirmação. Este é só um lembrete para mim mesmo. Volto na madrugada.
Recebi o texto abaixo de um amigo, mas ele não disse quem foi o autor. O resultado está aí. Em julho de 2008, a SECOM de Franklin Martins contratou por R$ 15 milhões anuais o Grupo CDN, uma das maiores empresas de comunicação do país, para cuidar da imagem do Brasil no exterior. No lugar de “Brasil”, leia-se “Lula”. Associada à Fleishman-Hillard, outra gigante das relações públicas internacionais, com mais de 80 escritórios no mundo, a empresa contratou sete jornalistas sênior, com salários mensais na casa dos R$ 20 mil, fluentes em inglês, espanhol e francês, com um único objetivo: colocar a marca “Lula” na mídia global. Nenhum outro líder mundial possui tamanha estrutura de imprensa trabalhando full time para polir a sua imagem e plantar boas notícias no mundo inteiro, com outra diferença. Quer vir ao Brasil fazer uma reportagem? Lula convida, Lula paga a viagem, Lula abre as portas do Brasil para o fascinado jornalista, inclusive, muitas vezes, com direito a uma “exclusivazinha” par...
Comentários