Os últimos dias foram de total imersão no trabalho, com duas jornadas diárias. Então, não sobrou nem madrugada para postar por aqui. Hoje à noite, depois de encerrar a tradução que estou fazendo sobre um produto para controle de pragas (bem que isso podia servir para uso em Brasília), retomarei. Alguns assuntos estão "pedindo" um comentário: a entrevista do Bolsonaro; a ingerência na Vale; as últimas trapalhadas de Dilma I; o 31 de março - aniversário da contra-revolução, e o surto de dengue no Rio. Não me arvoro a pedir que esperem, porque não sei se tenho tanta gente me lendo que me permita tal afirmação. Este é só um lembrete para mim mesmo. Volto na madrugada.
Na terça-feira passada, 17, fui surpreendido com uma das piores notícias da minha vida - um dos amigos que mais gosto, um por quem tenho enorme admiração, um irmão que a vida me deu, havia deixado este mundo. A notícia não dava margem a dúvidas. Era um cartão, um convite para o velório e cremação no dia seguinte. Não tinha opção, a não ser tentar digerir aquela trágica informação. Confesso que nunca imaginei que esta cena pudesse acontecer. Nunca me vi nesta situação, ainda mais em se tratando do Sylvio. A chei que ele estaria aqui pra sempre. Que todos partiriam, inclusive eu, e ele aqui ficaria até quando ele próprio resolvesse que chegar a hora de descansar. Ele era assim, não convencional e suspeitei que, como sempre fez, resolveria também essa questão. Hoje em dia, com a divisão ideológica vigente e as mudanças nos códigos de conduta, poucos diriam dele: que cara maneiro! M esmo os que se surpreendiam ou não gostavam de algumas de suas facetas, c...
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