O blog da coluna do jornalista Augusto Nunes, da Veja, é muito bacana. Lá encontrei um post sobre o artigo que José Sarney publicou ontem, na página A2, da Folha, sob o singelo título "A paixão segundo a infância". O ex-presidente, senador da República, presidente do Senado Federal, e chefe do clã que domina há mais de 40 anos a capitania do Maranhão, a tendo transformado na mais pobre e de menor IDH da União, é um homem de fala mansa, gestos delicados, que se aborrece muito pouco, tendo amealhado imensa fortuna, e em final de carreira, agora se dá ao desfrute da contemplação, como no artigo, desconstruído por Celso Arnaldo. Ao artigo: José Sarney é um escárnio de bigode tingido, bigode este que nem um carcinoma recorrente no lábio é capaz de sacrificar. Um lábio maligno, de onde até hoje não saiu nada decente. O “literato” Sarney também é escarnioso, de uma petulância criminosa. Justo na semana em que o Brasil que presta se enche de vergonha com a mortandade das crianças Sem...