Já afirmei aqui que com Serra ou com Dilma as coisas continuarão, mais ou menos, as mesmas. Mencionei a escolha de Sofia explicada por Rodrigo Constatino e falei que ambos representam a esquerda, com pequenas variações. As principais diferenças se situam na interferência que o estado poderá ter sobre a vida das pessoas e das empresas, no quanto a máquina pública será ainda mais aparelhada por simpatizantes e apaniguados do governante de ocasião, e no comportamento no campo da ética e do respeito às leis. Nesse aspecto, um eventual governo Dilma se caracterizará por uma exacerbação da presença do estado na economia, e uma escalada na tentativa de tutelar os cidadãos. A ocupação dos orgãos governamentais pela militância e componentes da base aliada crescerá e os parâmetros de decência na política e na ação governamental continuarão equiparados ao deboche e ao desafio que o lulo-petismo faz às instituições, às leis, princípios e, principalmente, à verdade. Apesar das constantes ameaças, v...