Um livro distribuído pelo MEC a quase 500.000 alunos da rede pública de ensino, em vez de estimular o atendimento às normas e preceitos da chamada norma culta, prega a tolerância com os erros gramaticais comumente embutidos no uso da língua popular. Era só o que faltava. Não bastasse a imensa perda de qualidade da educação em nosso país, o governo agora incentiva agressões como "menas", "esteje" e "seje", perdoa os erros de concordância, grau, gênero, número e, de um jeito truncado e pouco esclarecedor, que mais parece algo contra quem sabe usar a língua, alerta que, com tal malversação do idioma os alunos podem sofrer "preconceito linguístico". Que grande monte de merda! Isso só pode ter saído de uma cabeça petista! Creio que esse absurdo é uma homenagem, ou algo parecido, ao ex-presidente Lula. Ele, que não consegue falar duas palavras sem cometer três erros de português, deve estar feliz com a absolvição. Meu Deus! Onde vamos parar?