A jornalista Miriam Leitão, notável por suas análises econômicas no Jornal e na TV Globo, quando se mete em política é um completo desastre. Com um passado na militância esquerdista, teria sido presa e torturada. Isso explica algumas de suas posições, só não as justifica. Hoje, apesar de pregar o cumprimento da decisão do STF, Miriam, claramente se insurge contra o acórdão e, ironicamente, critica as comemorações hoje internas aos quartéis, do 31 de março. Além disso, deliberadamente, erra ao dizer que "não há comparação entre os crimes dos dois lados", e "só um lado pagou o preço do confronto". Há, sim. Ou não representa tortura, os sequestros praticados pelos opositores do regime? O que sentiram as famílias e os próprios sequestrados? Seriam essas pessoas elegíveis para receber indenizações do governo? Não foram igualmente hediondos e covardes os assassinatos de inocentes, como o capitão americano Charles Chandler, ou a eliminação do tenente PM Alberto Mendes Juni...