Leia a notícia do Estadão: O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, propôs nesta terça-feira, 23, durante encontro com o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano que o Irã envie seu urânio para enriquecimento no exterior por meio de uma 'transação privada'. "A principal questão é como operar essa simultaneidade, como permitir que ao mesmo tempo fique claro que o Irã está colocando de lado desde já uma parte do seu estoque de urânio e ele possa receber de volta os elementos combustíveis. Bem, o Irã não tem confiança nos países e os outros países não têm confiança no Irã, então qual é a única maneira? Isso você faz até numa transação privada. Você tem um depositário fiel, que pode ser um terceiro país. Isso é uma sugestão que estamos fazendo", disse Amorim. Para ele, se houver "boa vontade", não se trata de uma "coisa impossível". "Mas se não houver vontade política, se as pessoas preferirem agir co...