Está entre nós aquela ave de arribação que atende pela alcunha de "reforma política". Ela aparece por aqui, em geral, após a posse de uma figurão, ou figurona, que, independentemente da corrente política, sempre promete que ela vem para ficar. O tema não é simples, e se o eleitor comum já tem dificuldade para entender o que acontece com o seu voto hoje, imagine tentar explicar-lhe sobre distrito, distritão, distrital misto, distrital/proporcional e outras fórmulas mirabolantes que pipocam, cada vez que dá o ar da graça. Ninguém discorda que o lamentável Congresso que elegemos decorre de eleições cheias de pecados e partidos repletos de aproveitadores, que só estão ali para se locupletarem e encher os próprios bolsos. Então, também vou dar o meu "pitaco". A minha reforma política começaria com a proibição de qualquer integrante que exerça algum mandato, seja qual fôr, de se reeleger. A lei da Ficha Limpa seria aprofundada, barrando as candidaturas também daqueles que...