A "imprensa" pode ser safada, mentirosa, tendenciosa, parcial? Pode. Pois, como toda atividade humana, é feita de pessoas. E pessoas fazem isso. Especialmente as infiltradas, que fingem ser uma coisa, e, na verdade, são outra. As redações, não é de hoje, é um local onde a maioria é de esquerdistas, muitos, pessoas honestas e bem intencionadas, enquanto outros, não passam de uns canalhas. Vejam, por exemplo, o que foi noticiado sobre o ex-presidente FHC. Que ele recomendaria à oposição deixar de lado o povão, em mais uma manifestação elitista do tucano, ocasionando comentários do boquirroto Lula. Bom, leiam vocês mesmos o que escreveu FHC: Enquanto o PSDB e seus aliados persistirem em disputar com o PT influência sobre os “movimentos sociais” ou o “povão”, isto é, sobre as massas carentes e pouco informadas, falarão sozinhos. Isto porque o governo “aparelhou”, cooptou com benesses e recursos as principais centrais sindicais e os movimentos organizados da sociedade civil e dispõe de mecanismos de concessão de benesses às massas carentes mais eficazes do que a palavra dos oposicionistas, além da influência que exerce na mídia com as verbas publicitárias. Alguém, em sã consciência, afirmaria o que os principais meios de comunicação disseram sobre FHC? Claro que não. Nem é necessário justificar. Qualquer um com inteligência mediana e compreensão de português entende, claramente, que FHC não fez qualquer recomendação desse tipo. Só quem pretende confundir a opinião pública, tumultuar o ambiente político, desconstruir a principal voz da oposição, faria uma coisa dessas. Não é outra coisa que esses infiltrados estão fazendo, e fazem. Me admira que os editores não percebam. Ou serão, também eles, parte da safadeza?
Recebi o texto abaixo de um amigo, mas ele não disse quem foi o autor. O resultado está aí. Em julho de 2008, a SECOM de Franklin Martins contratou por R$ 15 milhões anuais o Grupo CDN, uma das maiores empresas de comunicação do país, para cuidar da imagem do Brasil no exterior. No lugar de “Brasil”, leia-se “Lula”. Associada à Fleishman-Hillard, outra gigante das relações públicas internacionais, com mais de 80 escritórios no mundo, a empresa contratou sete jornalistas sênior, com salários mensais na casa dos R$ 20 mil, fluentes em inglês, espanhol e francês, com um único objetivo: colocar a marca “Lula” na mídia global. Nenhum outro líder mundial possui tamanha estrutura de imprensa trabalhando full time para polir a sua imagem e plantar boas notícias no mundo inteiro, com outra diferença. Quer vir ao Brasil fazer uma reportagem? Lula convida, Lula paga a viagem, Lula abre as portas do Brasil para o fascinado jornalista, inclusive, muitas vezes, com direito a uma “exclusivazinha” par...
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internas e se unir em prol do País.