A "imprensa" pode ser safada, mentirosa, tendenciosa, parcial? Pode. Pois, como toda atividade humana, é feita de pessoas. E pessoas fazem isso. Especialmente as infiltradas, que fingem ser uma coisa, e, na verdade, são outra. As redações, não é de hoje, é um local onde a maioria é de esquerdistas, muitos, pessoas honestas e bem intencionadas, enquanto outros, não passam de uns canalhas. Vejam, por exemplo, o que foi noticiado sobre o ex-presidente FHC. Que ele recomendaria à oposição deixar de lado o povão, em mais uma manifestação elitista do tucano, ocasionando comentários do boquirroto Lula. Bom, leiam vocês mesmos o que escreveu FHC: Enquanto o PSDB e seus aliados persistirem em disputar com o PT influência sobre os “movimentos sociais” ou o “povão”, isto é, sobre as massas carentes e pouco informadas, falarão sozinhos. Isto porque o governo “aparelhou”, cooptou com benesses e recursos as principais centrais sindicais e os movimentos organizados da sociedade civil e dispõe de mecanismos de concessão de benesses às massas carentes mais eficazes do que a palavra dos oposicionistas, além da influência que exerce na mídia com as verbas publicitárias. Alguém, em sã consciência, afirmaria o que os principais meios de comunicação disseram sobre FHC? Claro que não. Nem é necessário justificar. Qualquer um com inteligência mediana e compreensão de português entende, claramente, que FHC não fez qualquer recomendação desse tipo. Só quem pretende confundir a opinião pública, tumultuar o ambiente político, desconstruir a principal voz da oposição, faria uma coisa dessas. Não é outra coisa que esses infiltrados estão fazendo, e fazem. Me admira que os editores não percebam. Ou serão, também eles, parte da safadeza?
John Frederick Herring (1795 - 1865) foi um conhecido pintor de cenas esportivas e equinas, na Inglaterra. Em 1836, o autor do famoso quadro "Pharaoh's Charriot Horses", avaliado em mais de $500.000, acrescentou "SR" (Senior) à assinatura que apunha em seus quadros por causa da crescente fama de seu filho, então adolescente, que se notabilizou nessa mesma área. Apesar de nunca ter alcançado um valor tão elevado, um outro de seus quadros tem uma história bastante pitoresca. Em 1815, com apenas 20 anos, Herring, o pai, como era tradição, imortalizou em um quadro a óleo o cavalo ganhador do St Leger Stakes, em Doncaster, na Inglaterra. Até aí, nada de mais. A grande surpresa é o nome do animal: Filho da Puta! É isso mesmo. Filho da puta. Há pelo menos três versões sobre a origem desse estranho nome. A que parece mais plausível (e também a mais curiosa), dá conta que o embaixador português na Inglaterra, à época, era apaixonado por turfe e também por uma viúva com q...
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