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Mostrando postagens com o rótulo mentira

Só no Brasil?

Deu no NYT: - O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos disse no sábado que não há evidência de que a Zika tenha causado qualquer caso de microcefalia no seu país, embora 3.177 mulheres grávidas tenham sido diagnosticadas com o vírus. Será que este é um privilégio das brasileiras? Ver reportagem

Hemiplegia da imprensa oficial

Em Cuba ou em qualquer lugar onde os meios de comunicação são dominados pelo Estado, o que se vê é um descolamento gigantesco entre a realidade e o quadro oficial apresentado pela imprensa. YOANI SÁNCHEZ, blogueira cubana, que em visita ao Brasil foi molestada e agredida pelas hostes petistas dá o seu testemunho. Qualquer semelhança NÃO é MERA COINCIDÊNCIA. Hemiplegia da imprensa oficial Às vezes eu gostaria de morar nesse país que mostram na televisão. Essa nação de esperança divulgada pela imprensa oficial, que tem os tons rosa do sonho. Um lugar de adereços e slogans, onde as fábricas superam a sua produção e os funcionários são declarados "heróis do trabalho". Nessa Cuba que salta das antenas e atinge nossa tela, não há espaço para a doença, dor, frustração ou impaciência. A imprensa oficial cubana tentou abordar a realidade do país nos últimos anos. Vários rostos jovens têm chegado à programação da televisão para informar sobre as omissões administrativas, o mau fu...

"Nuncaantesnestepaiz" se fez tanto para enganar o público, ou, é de propaganda que eles sobrevivem.

O discurso da desaparecida Dilma na "maior reunião ministerial do planeta" - aquela onde a filha de Ali Blá-Blá se reuniu com quase 40 ladrões - é, sob qualquer prisma, uma peça de ficção. Estão ali enganações, devaneios, prestidigitações intelectuais, charlatanismo, falta de vergonha e mentira, muita mentira, mesmo! A presidente não se contenta em agredir a lógica e tentar desfazer, com a cara mais lavada, os fatos. Ela se presta a papéis ridículos, fazendo de conta que a roubalheira e a corrupção na Petrobras não são problemas afetos a ela, pessoalmente e que os problemas que o governo enfrenta não foram criados pelo próprio governo. Ou seja, em completa alienação, quer nos fazer crer que o mundo é o que ela quer que seja. No processo, ela tortura números, falseia estatísticas, e coloca "vontades" no povo, como se tivesse obtido uma folgada maioria nas últimas eleições. Fréderic Bastiat, o economista liberal e jornalista francês dizia que são necessárias som...

Desça do palanque, Dilma!, por Ricardo Noblat

Na Austrália, do outro lado do mundo, sob o efeito do fuso horário, talvez, como se ainda estivesse em cima de um palanque, certamente, a presidente Dilma Rousseff concedeu sua primeira entrevista coletiva sobre o arrastão de donos e executivos de empreiteiras que marcou na semana passada mais uma etapa das investigações sobre a roubalheira na Petrobras. Perdeu uma rara oportunidade de ficar calada. Dilma foi vítima da síndrome do terceiro turno que não acomete apenas a oposição. Disse um monte de bobagens, invenções e falsas verdades para uma plateia de jornalistas que se deu por feliz em anotar o que ouviu. E assim procedeu como se ignorasse que o distinto público conhece cada vez melhor os vícios e espertezas dos seus representantes. Vai ver que ela ignora mesmo. Vamos ao que disse. Teve o atrevimento de afirmar de cara lavada que “pela primeira vez na História do Brasil” um governo investiga a corrupção. E não satisfeita, culpou governos passados pela corrupção que acontece...

Ministro mente que nem sente

 O (ainda) ministro Carlos Lupi se enrolou de vez. Fotos comprovando que ele mentiu, descaradamente, a respeito de um "tour" em terras maranhenses, na companhia de Adair Meira, dono de 3 ONGs que tem contratos milionários com o ministério do Trabalho, foram divulgadas pela Veja, liquidando com a versão contada por ele sobre o episódio. Lupi, o boquirroto, que já tinha abaixado a bolinha, sendo obrigado a pedir perdão à Dilma por sua incontinência verbal, agora terá que se explicar novamente com a chefe. Dessa vez, creio, vai precisar de bem mais do que declarações de amor extemporâneas e puxa-saquismo explícito para convencê-la a não detoná-lo. A conferir.