Pular para o conteúdo principal

Jobs entra para a História


O mundo ficou um pouco menos inteligente e brilhante, hoje, com a morte do visionário inventor e executivo, Steve Jobs, aos 56 anos.

Um dos criadores da Apple, empresa que trouxe ao mundo o MacIntosh, Mac OS X, iPod, iPad, iPhone, iCloud e tantas outras maravilhas tecnológicas, Jobs ajudou a fazer da empresa a mais admirada do mundo, e a maior de todas, na área de tecnologia, em faturamento e lucratividade, com reservas financeiras maiores do que as do governo americano.

A trajetória do menino de origem mulçumana, adotado por um casal californiano, que trabalhou como estagiário na HP e na Atari, vendia garrafas de Coca-cola, fazia as refeições em um templo Hare Krishna, foi à Índia em busca de iluminação, viajou com LSD, e era adepto da contra-cultura, faz um contraste perfeito com a do bilionário egomaníaco que, junto com outros como Bill Gates, mudou, para sempre, o modo de viver.

Um insidioso câncer no pâncreas interrompeu a profícua e, relativamente curta vida de Steve Jobs, que deixa como legado uma transformação cultural na comunicação móvel e na indústria da computação pessoal, além de uma legião de fãs ao redor do mundo. Que Deus se apiede de sua alma, e o receba com a pompa e a circunstância que ele merece.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Vendendo Lula

Recebi o texto abaixo de um amigo, mas ele não disse quem foi o autor. O resultado está aí. Em julho de 2008, a SECOM de Franklin Martins contratou por R$ 15 milhões anuais o Grupo CDN, uma das maiores empresas de comunicação do país, para cuidar da imagem do Brasil no exterior. No lugar de “Brasil”, leia-se “Lula”. Associada à Fleishman-Hillard, outra gigante das relações públicas internacionais, com mais de 80 escritórios no mundo, a empresa contratou sete jornalistas sênior, com salários mensais na casa dos R$ 20 mil, fluentes em inglês, espanhol e francês, com um único objetivo: colocar a marca “Lula” na mídia global. Nenhum outro líder mundial possui tamanha estrutura de imprensa trabalhando full time para polir a sua imagem e plantar boas notícias no mundo inteiro, com outra diferença. Quer vir ao Brasil fazer uma reportagem? Lula convida, Lula paga a viagem, Lula abre as portas do Brasil para o fascinado jornalista, inclusive, muitas vezes, com direito a uma “exclusivazinha” par...

O maraca é nosso !!!!!

A conquista da Taça Guanabara ainda está longe. Pode haver um tropeço, como no primeiro tempo de ontem, mas, nós, rubro-negros, estamos confiantes. Vejam que linda imagem do Maraca, na noite estrelada que o Mengão sapecou 5 no Fluzinho. Cuidado com o Mengão! Nada ganhamos, mas estamos no rumo certo ao tetra. Espero que o Galvão Bueno não fique gritando como fez quando a Seleção venceu nos EUA. Aquilo é ridículo! Vamos inventar um novo grito pra ele. Hehehehe..... Se Deus quiser.

História do Filho da Puta

John Frederick Herring (1795 - 1865) foi um conhecido pintor de cenas esportivas e equinas, na Inglaterra. Em 1836, o autor do famoso quadro "Pharaoh's Charriot Horses", avaliado em mais de $500.000, acrescentou "SR" (Senior) à assinatura que apunha em seus quadros por causa da crescente fama de seu filho, então adolescente, que se notabilizou nessa mesma área. Apesar de nunca ter alcançado um valor tão elevado, um outro de seus quadros tem uma história bastante pitoresca. Em 1815, com apenas 20 anos, Herring, o pai, como era tradição, imortalizou em um quadro a óleo o cavalo ganhador do St Leger Stakes, em Doncaster, na Inglaterra. Até aí, nada de mais. A grande surpresa é o nome do animal: Filho da Puta! É isso mesmo. Filho da puta. Há pelo menos três versões sobre a origem desse estranho nome. A que parece mais plausível (e também a mais curiosa), dá conta que o embaixador português na Inglaterra, à época, era apaixonado por turfe e também por uma viúva com q...