Recebi o texto abaixo de um amigo, mas ele não disse quem foi o autor. O resultado está aí. Em julho de 2008, a SECOM de Franklin Martins contratou por R$ 15 milhões anuais o Grupo CDN, uma das maiores empresas de comunicação do país, para cuidar da imagem do Brasil no exterior. No lugar de “Brasil”, leia-se “Lula”. Associada à Fleishman-Hillard, outra gigante das relações públicas internacionais, com mais de 80 escritórios no mundo, a empresa contratou sete jornalistas sênior, com salários mensais na casa dos R$ 20 mil, fluentes em inglês, espanhol e francês, com um único objetivo: colocar a marca “Lula” na mídia global. Nenhum outro líder mundial possui tamanha estrutura de imprensa trabalhando full time para polir a sua imagem e plantar boas notícias no mundo inteiro, com outra diferença. Quer vir ao Brasil fazer uma reportagem? Lula convida, Lula paga a viagem, Lula abre as portas do Brasil para o fascinado jornalista, inclusive, muitas vezes, com direito a uma “exclusivazinha” par...
Comentários
Isso é fruto da férrea disciplina e organização do povo japonês. A maneira como a infraestrutura está sendo restaurada para níveis mínimos quando possível, a eficácia (e eficiência!!!) das equipes de salvamento, a resistência das construções à essa verdadeira PORRADA da natureza no território japonês e tantas outras coisas que se pode observar nas imagens que vêm do Japão.
Se acontecesse alguma catástrofe natural com 5% dessa força aqui no Brasil, estaríamos lascados.