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Foi para o bem do futebol brasileiro

A derrota para a Holanda foi uma benção, podem acreditar. Se o Dunga e seu esquema ridículo, monótono, burocrático, insípido, saisse vencedor, o mal estaria feito, para sempre.

A escola brasileira não poderia adicionar ao seu currículo a influência nefasta, representante do atraso, destruidora de nossas tradições e raízes, de um Dunga, que desde a época de jogador protagonizou as piores páginas da seleção brasileira, tendo se sagrado campeão em uma inédita e insôssa disputa de pênaltis.

Não estou feliz, é claro. Assim como toda a nação brasileira, estou frustado, desapontado. Mas me sinto aliviado, como me sentirei, se Deus quiser, ao assistir a vitória do Serra. Espero que estejamos livres de Dunga pela eternidade. A invenção de Ricardo Teixeira, que também já está na hora de largar o osso, deve voltar para o ostracismo, de onde nunca deveria ter saído.

Agora vou torcer pela Holanda. Afinal, antepassados não tão longíquos assim (meus bisavós) nasceram por lá.

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