Faltam apenas 114 dias até as eleições de 4 de outubro.
Os dois lados do espectro político não cansam de classificar o pleito como decisivo para o futuro do país. Na verdade, sempre foi assim. O que vemos agora é um acirramento da disputa e iniciativas de parte a parte visando cooptar os eleitores o mais cedo possível.
O certo é que o Brasil não aguenta mais a esquerda. O discurso velho, requentado, mentiroso, enganador, que já não convence nem os mais jovens, que vêem em Lula a personificação dos péssimos resultados que o país vem alcançando na economia - recordes negativos na inflação, juros estratosféricos, dívida pública gigantesca, prejuízos de estatais, insegurança nas ruas de grandes, médias e também das pequenas cidades, clara associação com organizações criminosas, saúde sucateada e incapaz de entregar o mínimo para que o cidadão possa se cuidar, educação com desempenho abaixo de qualquer expectativa e corrupção em todas as esferas e maioria dos órgãos estatais.
As Forças Armadas, último bastião da moralidade pública, civismo e defesa da pátria, virou chacota e merecedora do desprezo dos patriotas, que vêm nelas submissão a um projeto de poder autoritário, antirepublicano, corrupto, contra os brasileiros. Espero que continuem como estão. Se não ajudam, não atrapalhem.
É nesse cenário que iremos às urnas, manifestar nossa vontade, acreditando que as instituições vão garantir a lisura e equilíbrio do sufrágio majoritário.
Além de eleger Flávio Bolsonaro, ou qualquer outro representante legítimo e comprometido com uma visão conservadora da política, é preciso que tenhamos um Congresso com o maior número possível de representantes da direita, em especial no Senado, para que possamos, pelo menos, apreciar os inevitáveis pedidos de impeachment de ministros do Supremo, passo decisivo para dar um fim à censura, à ditadura da toga, aos desmandos, à corrupção e os desvios de finalidade e atribuições que ocorrem por lá.
Já passou da hora de nos livrarmos desses maus brasileiros, que mancham as instituições, que usam seus cargos para se locupletarem, que distorcem leis ao seu bel prazer, que perseguem inocentes e rasgam a Constituição diuturnamente.
Esta eleição tem uma só palavra de ordem: CHEGA!

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