Pular para o conteúdo principal

Ainda os livros que emburrecem

Os professores universitários a quem cabe selecionar os títulos que serão distribuídos pelo Programa Nacional do Livro Didático ou são completos imbecis, ou estão metidos em corrupção, ou os dois.

A hipótese de serem imbecis, incapazes de avaliar as obras que lhes chegam às mãos, não pode ser desprezada. Tem muita gente incompetente, em todo lugar, mas, principalmente no setor público. Parece que o clima e o ritmo desses lugares contamina os que chegam, mesmo os mais estimulados.

O envolvimento em maracutaias é algo bastante plausível. Quanto pode render um livro que alcança uma tiragem de 500000 exemplares? Quem não quer este serviço? Mesmo que o custo alcance apenas de R$ 5,00 a R$ 10,00 por exemplar, é negócio de 2,5 a 5,0 milhões! Quanto pode valer, então, uma indicação?

A falta de respeito com a coisa pública é tão grande que eu estou mais inclinado a pensar que tem muita sujeira por trás desta história - os caras não são burros. Não duvido que exista uma rede, que se estende dos autores às gráficas, passando, é claro, por outros balcões incrustados na máquina pública, por onde escorre o dinheiro dos nossos impostos. Espero que se investigue isso mais a fundo. A podridão não vai custar a aparecer.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Vendendo Lula

Recebi o texto abaixo de um amigo, mas ele não disse quem foi o autor. O resultado está aí. Em julho de 2008, a SECOM de Franklin Martins contratou por R$ 15 milhões anuais o Grupo CDN, uma das maiores empresas de comunicação do país, para cuidar da imagem do Brasil no exterior. No lugar de “Brasil”, leia-se “Lula”. Associada à Fleishman-Hillard, outra gigante das relações públicas internacionais, com mais de 80 escritórios no mundo, a empresa contratou sete jornalistas sênior, com salários mensais na casa dos R$ 20 mil, fluentes em inglês, espanhol e francês, com um único objetivo: colocar a marca “Lula” na mídia global. Nenhum outro líder mundial possui tamanha estrutura de imprensa trabalhando full time para polir a sua imagem e plantar boas notícias no mundo inteiro, com outra diferença. Quer vir ao Brasil fazer uma reportagem? Lula convida, Lula paga a viagem, Lula abre as portas do Brasil para o fascinado jornalista, inclusive, muitas vezes, com direito a uma “exclusivazinha” par...

O maraca é nosso !!!!!

A conquista da Taça Guanabara ainda está longe. Pode haver um tropeço, como no primeiro tempo de ontem, mas, nós, rubro-negros, estamos confiantes. Vejam que linda imagem do Maraca, na noite estrelada que o Mengão sapecou 5 no Fluzinho. Cuidado com o Mengão! Nada ganhamos, mas estamos no rumo certo ao tetra. Espero que o Galvão Bueno não fique gritando como fez quando a Seleção venceu nos EUA. Aquilo é ridículo! Vamos inventar um novo grito pra ele. Hehehehe..... Se Deus quiser.

História do Filho da Puta

John Frederick Herring (1795 - 1865) foi um conhecido pintor de cenas esportivas e equinas, na Inglaterra. Em 1836, o autor do famoso quadro "Pharaoh's Charriot Horses", avaliado em mais de $500.000, acrescentou "SR" (Senior) à assinatura que apunha em seus quadros por causa da crescente fama de seu filho, então adolescente, que se notabilizou nessa mesma área. Apesar de nunca ter alcançado um valor tão elevado, um outro de seus quadros tem uma história bastante pitoresca. Em 1815, com apenas 20 anos, Herring, o pai, como era tradição, imortalizou em um quadro a óleo o cavalo ganhador do St Leger Stakes, em Doncaster, na Inglaterra. Até aí, nada de mais. A grande surpresa é o nome do animal: Filho da Puta! É isso mesmo. Filho da puta. Há pelo menos três versões sobre a origem desse estranho nome. A que parece mais plausível (e também a mais curiosa), dá conta que o embaixador português na Inglaterra, à época, era apaixonado por turfe e também por uma viúva com q...