Pular para o conteúdo principal

Troca de imagem

A paixão clubística é muito forte no Brasil, principalmente, quando se trata de futebol. Há uma grande identificação entre o torcedor e o seu clube do coração. A coisa chega a tal ponto que se criaram rótulos, famas, características que seriam comuns aos que simpatizam ou torcem por uma determinada agremiação. Não passa de preconceito. Acontece com flamenguistas, corintianos, botafoguenses, palmeirenses, gremistas, e por aí vai.

Não vou prosseguir fazendo uma análise social-antropológica desse fenômeno, mais por falta de condição do que de vontade. Essa tarefa já foi realizada, de forma cabal, pelo grande professor Roberto da Matta, no livro Universo do Futebol. O prólogo foi apenas para justificar a mudança que hoje operei no blog, trocando a imagem do escudo do Flamengo pelo brasão do Rio de Janeiro. Apesar do meu amor pelo rubro-negro, entendi que o símbolo maior do estado melhor representa o que eu quero para este espaço: ser uma voz oriunda desta parte do país, e não representativa dele, pois seria muita pretensão, e um local onde se compartilham idéias e opiniões, e se plantam sementes de pensamento, atitudes e ações, despretenciosamente, com o único objetivo de refletir sobre este mundo que nos rodeia, influencia e aprisiona.

Espero que os amigos rubro-negros não vejam nisso qualquer traição ou abandono. Como diz o nosso hino: "Flamengo sempre eu hei de ser".

Um abraço,

Paulo Rio de Janeiro

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Vendendo Lula

Recebi o texto abaixo de um amigo, mas ele não disse quem foi o autor. O resultado está aí. Em julho de 2008, a SECOM de Franklin Martins contratou por R$ 15 milhões anuais o Grupo CDN, uma das maiores empresas de comunicação do país, para cuidar da imagem do Brasil no exterior. No lugar de “Brasil”, leia-se “Lula”. Associada à Fleishman-Hillard, outra gigante das relações públicas internacionais, com mais de 80 escritórios no mundo, a empresa contratou sete jornalistas sênior, com salários mensais na casa dos R$ 20 mil, fluentes em inglês, espanhol e francês, com um único objetivo: colocar a marca “Lula” na mídia global. Nenhum outro líder mundial possui tamanha estrutura de imprensa trabalhando full time para polir a sua imagem e plantar boas notícias no mundo inteiro, com outra diferença. Quer vir ao Brasil fazer uma reportagem? Lula convida, Lula paga a viagem, Lula abre as portas do Brasil para o fascinado jornalista, inclusive, muitas vezes, com direito a uma “exclusivazinha” par...

O maraca é nosso !!!!!

A conquista da Taça Guanabara ainda está longe. Pode haver um tropeço, como no primeiro tempo de ontem, mas, nós, rubro-negros, estamos confiantes. Vejam que linda imagem do Maraca, na noite estrelada que o Mengão sapecou 5 no Fluzinho. Cuidado com o Mengão! Nada ganhamos, mas estamos no rumo certo ao tetra. Espero que o Galvão Bueno não fique gritando como fez quando a Seleção venceu nos EUA. Aquilo é ridículo! Vamos inventar um novo grito pra ele. Hehehehe..... Se Deus quiser.

História do Filho da Puta

John Frederick Herring (1795 - 1865) foi um conhecido pintor de cenas esportivas e equinas, na Inglaterra. Em 1836, o autor do famoso quadro "Pharaoh's Charriot Horses", avaliado em mais de $500.000, acrescentou "SR" (Senior) à assinatura que apunha em seus quadros por causa da crescente fama de seu filho, então adolescente, que se notabilizou nessa mesma área. Apesar de nunca ter alcançado um valor tão elevado, um outro de seus quadros tem uma história bastante pitoresca. Em 1815, com apenas 20 anos, Herring, o pai, como era tradição, imortalizou em um quadro a óleo o cavalo ganhador do St Leger Stakes, em Doncaster, na Inglaterra. Até aí, nada de mais. A grande surpresa é o nome do animal: Filho da Puta! É isso mesmo. Filho da puta. Há pelo menos três versões sobre a origem desse estranho nome. A que parece mais plausível (e também a mais curiosa), dá conta que o embaixador português na Inglaterra, à época, era apaixonado por turfe e também por uma viúva com q...