Pular para o conteúdo principal

O filho... não chegou nem vai a lugar algum

Segundo a coluna Logo, d'O Globo, especialistas estimam que o filme sobre o filho-vocês-sabem-de-quem não vai alcançar sequer 20% o número de pagantes orçado. Conforme a reportagem, diversas são as razões para o fraco desempenho da bilheteria, desde o preço do ingresso, passando por erros no lançamento, a concorrência de filmes de sucesso, como Avatar e Alvin e os esquilos 2, até a discussão política exacerbada.

O produtor Luis Carlos Barreto, o popular Barretão, diz não ter tido incentivos públicos, mas recebeu patrocínio de 16 empresas, a maioria com ligações mais que suspeitas com o governo como Ambev, Camargo Corrêa, EBX, GDF Suez, Grendene, OAS, Odebrecht, Hyundai, Oi, e até a Volkswagen.

Supérfluo dizer que todas têm na ponta da língua as justificativas para terem contribuído com a "gigantesca" peça cultural. Desnecessário lembrar que entre elas teve quem recebesse do BNDES até 7,2 bilhões de reais.

O experiente Barretão acusou o golpe e diz que o PT ficou "puto" porque não falou do partido, no filme. E acusa a "contextualização política" como fator preponderante no magro resultado do faturamento.

O filho de Barreto, Fábio, que dirigiu o filme, sofreu um grave acidente na zona sul do Rio e não está acompanhando o desenrolar dos acontecimentos. Um drama, imagino, ainda maior do que os eventuais prejuízos que a tradicional família do cinema pode vir a sofrer.

O que ninguém contava, na verdade é uma coisa bem simples, e não precisa ser analista para entender: - o povo não é bobo! Quem quer ver um filme chapa-branca, que conta uma história fantasiosa, lançado com oportunismo político e todo mundo conhece o final? Piada, né?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Vendendo Lula

Recebi o texto abaixo de um amigo, mas ele não disse quem foi o autor. O resultado está aí. Em julho de 2008, a SECOM de Franklin Martins contratou por R$ 15 milhões anuais o Grupo CDN, uma das maiores empresas de comunicação do país, para cuidar da imagem do Brasil no exterior. No lugar de “Brasil”, leia-se “Lula”. Associada à Fleishman-Hillard, outra gigante das relações públicas internacionais, com mais de 80 escritórios no mundo, a empresa contratou sete jornalistas sênior, com salários mensais na casa dos R$ 20 mil, fluentes em inglês, espanhol e francês, com um único objetivo: colocar a marca “Lula” na mídia global. Nenhum outro líder mundial possui tamanha estrutura de imprensa trabalhando full time para polir a sua imagem e plantar boas notícias no mundo inteiro, com outra diferença. Quer vir ao Brasil fazer uma reportagem? Lula convida, Lula paga a viagem, Lula abre as portas do Brasil para o fascinado jornalista, inclusive, muitas vezes, com direito a uma “exclusivazinha” par...

O maraca é nosso !!!!!

A conquista da Taça Guanabara ainda está longe. Pode haver um tropeço, como no primeiro tempo de ontem, mas, nós, rubro-negros, estamos confiantes. Vejam que linda imagem do Maraca, na noite estrelada que o Mengão sapecou 5 no Fluzinho. Cuidado com o Mengão! Nada ganhamos, mas estamos no rumo certo ao tetra. Espero que o Galvão Bueno não fique gritando como fez quando a Seleção venceu nos EUA. Aquilo é ridículo! Vamos inventar um novo grito pra ele. Hehehehe..... Se Deus quiser.

História do Filho da Puta

John Frederick Herring (1795 - 1865) foi um conhecido pintor de cenas esportivas e equinas, na Inglaterra. Em 1836, o autor do famoso quadro "Pharaoh's Charriot Horses", avaliado em mais de $500.000, acrescentou "SR" (Senior) à assinatura que apunha em seus quadros por causa da crescente fama de seu filho, então adolescente, que se notabilizou nessa mesma área. Apesar de nunca ter alcançado um valor tão elevado, um outro de seus quadros tem uma história bastante pitoresca. Em 1815, com apenas 20 anos, Herring, o pai, como era tradição, imortalizou em um quadro a óleo o cavalo ganhador do St Leger Stakes, em Doncaster, na Inglaterra. Até aí, nada de mais. A grande surpresa é o nome do animal: Filho da Puta! É isso mesmo. Filho da puta. Há pelo menos três versões sobre a origem desse estranho nome. A que parece mais plausível (e também a mais curiosa), dá conta que o embaixador português na Inglaterra, à época, era apaixonado por turfe e também por uma viúva com q...