Pular para o conteúdo principal

A raposa vai vigiar o galinheiro

A nação brasileira acaba de assistir a mais um gesto de subserviência do Poder Legislativo ao Executivo. E não apenas a isso, como ao aparelhamento quase total da Suprema Corte que passa a ter nos seus quadros o oitavo indicado de Ali Blá-blá.

Toffoli terá como uma de suas primeiras "missões" votar no processo de extradição do assassino italiano Cesare Battisti e protegido de Tarso Genro. As afinidades ideológicas do novo ministro com o PT e sua longa amizade com Blá-blá indica que o criminoso ficará livre como um passarinho, já que o ministro Celso de Mello deve empatar a votação, o que beneficia o réu.

Está muito claro que o sistema está errado. O órgão máximo de Justiça não pode ser formado por simpatizantes desta ou daquela bandeira ideológica, nem abrigar militantes de partidos. Além disso, deve ter reputação ilibada e inquestionáveis conhecimentos jurídicos. O ministro deveria ser escolhido entre a comunidade, garantindo a mais absoluta imparcialidade do indicado. Não há razão plausível que seja o presidente a sugerir o nome, muito menos que o Senado tenha o papel de referendar. O processo acaba sendo viciado e inócuo, do ponto de vista da seleção.

O advogado-geral da união não preenche qualquer dos requisitos necessários para função de tal importância. O rolo compressor do governo conseguiu o intento de emplacar alguém que foi duas vezes reprovado em concursos de muito menor exigência que uma cadeira na Corte.

É lamentável, e mais um legado desta criatura detestável. Não vejo a hora de chegar 2011...

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Vendendo Lula

Recebi o texto abaixo de um amigo, mas ele não disse quem foi o autor. O resultado está aí. Em julho de 2008, a SECOM de Franklin Martins contratou por R$ 15 milhões anuais o Grupo CDN, uma das maiores empresas de comunicação do país, para cuidar da imagem do Brasil no exterior. No lugar de “Brasil”, leia-se “Lula”. Associada à Fleishman-Hillard, outra gigante das relações públicas internacionais, com mais de 80 escritórios no mundo, a empresa contratou sete jornalistas sênior, com salários mensais na casa dos R$ 20 mil, fluentes em inglês, espanhol e francês, com um único objetivo: colocar a marca “Lula” na mídia global. Nenhum outro líder mundial possui tamanha estrutura de imprensa trabalhando full time para polir a sua imagem e plantar boas notícias no mundo inteiro, com outra diferença. Quer vir ao Brasil fazer uma reportagem? Lula convida, Lula paga a viagem, Lula abre as portas do Brasil para o fascinado jornalista, inclusive, muitas vezes, com direito a uma “exclusivazinha” par...

O maraca é nosso !!!!!

A conquista da Taça Guanabara ainda está longe. Pode haver um tropeço, como no primeiro tempo de ontem, mas, nós, rubro-negros, estamos confiantes. Vejam que linda imagem do Maraca, na noite estrelada que o Mengão sapecou 5 no Fluzinho. Cuidado com o Mengão! Nada ganhamos, mas estamos no rumo certo ao tetra. Espero que o Galvão Bueno não fique gritando como fez quando a Seleção venceu nos EUA. Aquilo é ridículo! Vamos inventar um novo grito pra ele. Hehehehe..... Se Deus quiser.

História do Filho da Puta

John Frederick Herring (1795 - 1865) foi um conhecido pintor de cenas esportivas e equinas, na Inglaterra. Em 1836, o autor do famoso quadro "Pharaoh's Charriot Horses", avaliado em mais de $500.000, acrescentou "SR" (Senior) à assinatura que apunha em seus quadros por causa da crescente fama de seu filho, então adolescente, que se notabilizou nessa mesma área. Apesar de nunca ter alcançado um valor tão elevado, um outro de seus quadros tem uma história bastante pitoresca. Em 1815, com apenas 20 anos, Herring, o pai, como era tradição, imortalizou em um quadro a óleo o cavalo ganhador do St Leger Stakes, em Doncaster, na Inglaterra. Até aí, nada de mais. A grande surpresa é o nome do animal: Filho da Puta! É isso mesmo. Filho da puta. Há pelo menos três versões sobre a origem desse estranho nome. A que parece mais plausível (e também a mais curiosa), dá conta que o embaixador português na Inglaterra, à época, era apaixonado por turfe e também por uma viúva com q...