Pular para o conteúdo principal

Chegamos longe

Não fôra o excelente grupo treinado por Zé Roberto Guimarães e os Estados Unidos fariam o que a nossa imprensa ufanista previa para o Brasil antes dos jogos - trariam de Pequim 4 medalhas de ouro no volei.

Pra quem esperava "papar tudo", o resultado acabou sendo: um ouro, duas pratas e um bronze. Excelente, porém, bem diferente do esperado.

Como no futebol, nessas Olimpíadas a propalada hegemonia brasileira no volei foi posta em xeque, e a reação insuficiente diante do poderio dos criadores do esporte. O que parece, é que neste último ciclo nossos métodos foram ultrapassados, e é chegada a hora da renovação. Se quer se manter no topo, ou perto dele, o Bernardo e a comissão técnica precisam rever conceitos e buscar novos valores, principalmente na posição de levantador. Ou efetiva de uma vez o filho, Bruno, ou o Brasil vai descer a ladeira. Ele, melhor que eu sabe que essa posição exige um algo mais, que só o craque é capaz de entregar. Coisa que, definitivamente, Marcelinho não consegue fazer.

O volei brasileiro fez bonito, talvez pudesse ter feito mais, mas está de parabéns. Vamos iniciar um novo ciclo e temos condições de melhorar. Basta não ter vaidade nem insistir em fórmulas e peças comprovadamente obsoletas.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Vendendo Lula

Recebi o texto abaixo de um amigo, mas ele não disse quem foi o autor. O resultado está aí. Em julho de 2008, a SECOM de Franklin Martins contratou por R$ 15 milhões anuais o Grupo CDN, uma das maiores empresas de comunicação do país, para cuidar da imagem do Brasil no exterior. No lugar de “Brasil”, leia-se “Lula”. Associada à Fleishman-Hillard, outra gigante das relações públicas internacionais, com mais de 80 escritórios no mundo, a empresa contratou sete jornalistas sênior, com salários mensais na casa dos R$ 20 mil, fluentes em inglês, espanhol e francês, com um único objetivo: colocar a marca “Lula” na mídia global. Nenhum outro líder mundial possui tamanha estrutura de imprensa trabalhando full time para polir a sua imagem e plantar boas notícias no mundo inteiro, com outra diferença. Quer vir ao Brasil fazer uma reportagem? Lula convida, Lula paga a viagem, Lula abre as portas do Brasil para o fascinado jornalista, inclusive, muitas vezes, com direito a uma “exclusivazinha” par...

O maraca é nosso !!!!!

A conquista da Taça Guanabara ainda está longe. Pode haver um tropeço, como no primeiro tempo de ontem, mas, nós, rubro-negros, estamos confiantes. Vejam que linda imagem do Maraca, na noite estrelada que o Mengão sapecou 5 no Fluzinho. Cuidado com o Mengão! Nada ganhamos, mas estamos no rumo certo ao tetra. Espero que o Galvão Bueno não fique gritando como fez quando a Seleção venceu nos EUA. Aquilo é ridículo! Vamos inventar um novo grito pra ele. Hehehehe..... Se Deus quiser.

História do Filho da Puta

John Frederick Herring (1795 - 1865) foi um conhecido pintor de cenas esportivas e equinas, na Inglaterra. Em 1836, o autor do famoso quadro "Pharaoh's Charriot Horses", avaliado em mais de $500.000, acrescentou "SR" (Senior) à assinatura que apunha em seus quadros por causa da crescente fama de seu filho, então adolescente, que se notabilizou nessa mesma área. Apesar de nunca ter alcançado um valor tão elevado, um outro de seus quadros tem uma história bastante pitoresca. Em 1815, com apenas 20 anos, Herring, o pai, como era tradição, imortalizou em um quadro a óleo o cavalo ganhador do St Leger Stakes, em Doncaster, na Inglaterra. Até aí, nada de mais. A grande surpresa é o nome do animal: Filho da Puta! É isso mesmo. Filho da puta. Há pelo menos três versões sobre a origem desse estranho nome. A que parece mais plausível (e também a mais curiosa), dá conta que o embaixador português na Inglaterra, à época, era apaixonado por turfe e também por uma viúva com q...