Com água (suja, diga-se) chegando ao pescoço, Lula entrou em campo para o que for. Fez mudanças no governo, aumentando a tutela sobre Dilma. Agora, opera para evitar a ida do amiguinho Bumlai à CPI do BNDES. É o mais forte indicativo de que Bumlai pode comprometê-lo pelos favores expropriatórios que ele concedeu ao “compadre”, com dinheiro público. Uma espécie de batom na cueca (de Lula). Também é notória sua atuação para colocar Henrique Meirelles no lugar de Joaquim Levy. Com amplos poderes, Meirelles representará a total sujeição de Dilma ao vale-tudo de Lula com a intenção de manter a sangria que impõe aos brasileiros. Para carimbar a possibilidade do impeachment como golpe, Lula conseguiu uma declaração de outro apadrinhado seu, nada menos que o presidente do STF. Inacreditável que um ministro do Supremo, exercendo a presidência da Corte, entre na arena das disputas políticas como uma espécie de cabo eleitoral. Na contramão do que pensam e vivem todos os brasileiros, Lewandow...