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DONA REGINA E FERNANDA MONTENEGRO: O QUE ELAS TÊM EM COMUM? por Claudia Wild.

“E as crianças?” No programa ‘Encontro’, da Rede Globo, Dona Regina defendeu o bom senso e a sacralidade da infância contra enaltecimento cínico de performances que glamorizam a pedofilia.

O que tem Fernanda Montenegro em comum com Dona Regina?

Não é novidade para o grande público nacional que figuras públicas do eixo Leblon-Projac-Jardins-Nova Iorque e Paris, apoiam o regime que destruiu as reais chances de desenvolvimento do Brasil e impôs o que há de mais insalubre na América Latina. Neste sentido, a conhecida atriz Arlette Pinheiro Esteves Torres, também chamada de Fernanda Montenegro, trouxe suas pérolas e mostrou sua insatisfação com relação ao “careta” povo brasileiro.

Povo este que não vive na redoma global, que não está na mídia para exaltar ditadores e suas obras. Um povo como você, eu, nossa avó, nossa tia, nossos pais, nosso vizinho e milhões de brasileiros – que assistiram a implantação do mais ousado projeto de poder e manipulação já visto na humanidade. Um povo que quer tr…
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A bondade tarja preta, por Guilherme Fiúza

Dartagnol Foratemer resolveu ser político se aliando aos simpatizantes da quadrilha que ele ajudou a desmascarar

O mosqueteiro Dartagnol Foratemer segue firme em sua turnê contra os políticos para virar político. Ele tem visitado essas paróquias de gente alegre e socialmente engajada nas suas causas particulares. É um teatro bonito de se ver. Mas nem tudo é alegria.

No meio da festa, sobreveio a tragédia: Rodrigo Enganot, ídolo de Dartagnol na arte de fazer política fingindo fazer justiça, caiu de cara no chão. O açougueiro biônico do PT, com quem Enganot combinou a derrubada do governo com um peteleco, divulgou sem querer a trama toda. Enviou por engano às autoridades investigativas a gravação da confissão bêbada. A sorte foi que o Brasil também devia estar embriagado, porque não entendeu o enredo. Tanto que Rodrigo Enganot saiu disparando as flechas cenográficas contra a própria trama que o envolve — e o país, incrivelmente, continuou assistindo-o brincar de justiceiro.

Os companheiros…

Carta aberta do general aniquila fala de Randolfe Rodrigues.

Em carta aberta, General rebate e destrói o Senador Randolfe Rodrigues


Exmo Sr Senador Randolfe Rodrigues

Corrija-me, por favor, se eu estiver enganado, mas, de acordo com as minhas observações, baseadas na forma como VExa faz seus pronunciamentos públicos, o Sr faz parte de uma minoria que se julga discriminada no conjunto da sociedade e que, coerentemente, empenha-se pela aprovação de leis que privilegiem o seu direito à vida, à manifestação de suas opções e à integridade física, acima do que é oferecido aos demais brasileiros. Repito, por favor, corrija-me e desculpe-me se eu estiver enganado!

Pensando assim, julgo ser incoerência da sua parte a exclusão dos militares do direito à opinião e a criminalização das Instituições Armadas por realizarem a análise e o planejamento da execução das suas missões constitucionais.

O seu pronunciamento na Tribuna do Senado a respeito da palestra e das declarações do General Antônio Hamilton Mourão, no Grande Oriente do Brasil, permite acreditar q…

O Brasil foi fatiado

Esse texto tem circulado no Facebook como sendo de autoria do juiz Erick Bretas, às vezes, como de autoria do juiz Marcelo Bretas, mas não parece ser de nenhum deles.
Não importa. Vale a leitura:
“Se você analisa as delações da JBS, as da Odebrecht e as das demais empreiteiras, a conclusão é mais ou menos a seguinte:
O Brasil foi dividido entre cinco grandes quadrilhas nas últimas duas décadas.
A maior e mais perigosa, diferentemente do que diz o Joesley, é a do PT. Era a mais estruturada, mais agressiva, mais eficiente e com planos de perpetuação no poder. Comandava a Petrobras, vários fundos de pensão e dividia o poder com as quadrilhas do PMDB nos bancos públicos. Sua maior aliada econômica foi a Odebrecht. 
O chefão supremo era o Lula. Palocci e Mantega, os operadores econômicos. Era o Comando Vermelho da política: pra se manter na presidência eram capazes de fazer o Diabo.
A segunda maior é a do PMDB da Câmara. Seus principais chefões eram Temer e Eduardo Cunha. Eliseu Padilha, Geddel…

O fator Gilmar Mendes

Gilmar Mendes rides again. Há um mês escrevi que ele foi padrinho de casamento da Dona Baratinha. Numa mensagem em que condenava meus textos sobre ele, afirmou que não foi o padrinho mas acompanhou sua mulher, madrinha do noivo. Se ele afirmava que não foi o padrinho, estava disposto a escrever isso, limitando-me a informar que ele foi apenas para prestigiar a festa no Copacabana Palace, que terminou em pancadaria e presença policial. Apesar de sua flor branca na lapela do terno, Gilmar sabe melhor que eu se foi ou não padrinho. Para mim a presença de Ministro do Supremo naquele lugar e naquele momento é o problema. As manifestações na festa de Dona Baratinha não foram um relâmpago em céu azul. Há décadas circulavam notícias de corrupção dos politicos pelas empresas de transporte dos Barata. Não era uma corrupção qualquer. Houve rumores de distribuição de dinheiro pelo próprio presidente da Assembleia, na época Sérgio Cabral, num dos banheiros da casa. Na Câmara Municipal, houve també…

O antissemitismo da esquerda, por Claudia Wild

Da minha amiga Claudia Wild, nas redes sociais:

A badalada atriz global Fernanda Torres, renomada esquerda caviar do Leblon e adjacências, resolveu com seu amiguinho Marcelo Freixo - deputado do PSOL, partido antissemita, especialista em queimar bandeiras de Israel - visitar um presídio carioca para depois tecer suas considerações humanistas na Folha de São Paulo.

Lá, a bondosa visitante encontrou aquilo que já sabemos existir, mas "perplexa" com tanta indignidade nas instalações resolveu de forma infeliz comparar o recinto com campos de concentração como Treblinka e Auschwitz.


Alguém poderia esclarecer para esta "iluminada“ que os citados campos e suas vítimas não podem JAMAIS ser comparados com presídios, pois lá estavam INOCENTES, crianças, velhos, homens e mulheres indefesos; pessoas que cometeram o "crime hediondo“ de ter o sangue judeu. Esta comparação esdrúxula é abjeta, pois por pior que seja um presídio ( local para criminosos - se ela ainda não sabe ) ele nã…

Salas de aula são usinas de ideólogos e doutrinadores.

Compartilhado por Leandro Lopes

Dentro de uma sala de aula, a coisa está muito mais bagunçada do que se imagina. Há poucos alunos que ainda entendem a sala de aula como deveria ser e não como um laboratório de dialética de Frankfurt nem como uma luta de classes transformada em arremedo de educação, como fez Paulo Freire.

A professora que apanhou tinha pensamentos horríveis, coitada! Defende agressores e apóia ações premeditadas de vandalismo e agressão contra aqueles que não pensam como ela. É um erro terrível e uma apologia à desordem, ao crime. Ela, no fundo, defendeu criminosos. No entanto, foi vítima de um deles.

Não foi, contudo, a tal professora que o criou. Ela não está colhendo o que plantou. Queridos, ela já é um fruto da tal semeadura. 
Os professores, em geral, foram formados para viverem em estado de letargia intelectual terrível! 

A guerra da linguagem tomou conta dos cursos de licenciatura e das diretorias de ensino. O Estatuto da Criança e do Adolescente, junto com a tal ped…